
Organizado pela empresa de pesquisa Gallup, o Relatório de Emoções Globais de 2022, recentemente divulgado, aponta que a população está cada vez mais imersa em sentimentos prejudiciais à saúde mental e psicológica, como a tristeza e o estresse.
Entenda:
A pesquisa reuniu dados de mais de 1,53 milhão de adultos, em 113 países diferentes durantes os anos de 2021 e 2022.
Os índices comparados ao último relatório divulgado em 2009 levou à conclusão de que o sentimento de infelicidade aumentou de 25,16% para 31,19%.
O aumento esperado pelos pesquisadores era em decorrência da pandemia, porém, esta provocou apenas 2,5% desse crescimento de angústia e tristeza no mundo.
A pesquisa busca perceber as experiências diárias da sociedade em geral conforme suas percepções no âmbito da saúde. Com isso, foi avaliada emoções vividas por cada indivíduo, como estresse, dor física, preocupação, tristeza e raiva, destacando o maior aumento no sentimento de tristeza no mundo.
Vale notar:
Apesar da constante evolução da humanidade em aspectos tecnológicos, na descoberta de novas formas de pensar e se comportar, a maneira em que o mundo lida com seus próprios sentimentos tem se tornado uma prática retrógada.
Na tentativa de “salvar” a humanidade dos sentimentos nocivos ao seu bem-estar, inúmeros estudos e pesquisas são realizadas diariamente, porém, quanto maior a busca por um saída aos problemas que afetam o emocional da sociedade, maior se torna o sentimento de frustação e incapacidade em alcançar uma vida feliz e completa.
Saiba, porém:
Isto ocorre porque, mediante as dificuldades enfrentadas, muitos buscam solução naquilo que se demonstra temporário e incerto. Entretanto, a felicidade real não se limita à conquista de bens materiais ou a formação de laços afetivos, mas se resume em ter dentro de si a essência da felicidade, o Espírito Santo.
FONTE https://www.universal.org/noticias/post/cada-vez-mais-deprimida-o-que-falta-para-a-humanidade-ser-feliz/



