É melhor viver pela religião ou pela verdade?

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Muitas mulheres dizem que agem pela fé cristã, mas guiam suas vidas pela religiosidade, vivem com base na opinião alheia e se esquecem de qual deve ser o foco delas

Entre vários registros das Escrituras Sagradas, a passagem de João 14.6 esclarece que Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida. Com base nisso, a mulher cristã que deseja viver o Evangelho precisa praticar uma Fé verdadeira com base nas lições deixadas por Ele e se focar em agradar a Deus.

O apóstolo Paulo foi um grande exemplo de fé e verdade. Ele era conhecido em vários lugares e sabia lidar com todas as pessoas, mas não se preocupava com a opinião alheia. O foco de Paulo era agradar a Deus e levar o Evangelho de Cristo, que ele não tinha vergonha de apresentar.

Em meditação sobre o primeiro capítulo do livro bíblico de Romanos, a apresentadora Cristiane Cardoso destaca que Paulo não tinha vergonha de falar de Jesus porque não O via como uma religião. Contudo, ao contrário dele, muitas cristãs de hoje estão deixando a posição de servas genuínas por conta da religiosidade e passaram a ter vergonha de falar de Deus, da Igreja e da sua Fé.

No conteúdo disponível no Univer Vídeo, Cristiane afirma que a religião é uma forma de escravizar e controlar as pessoas: “quem é cristão não é religioso, porque o Evangelho de Jesus é a Verdade. E, se não o vermos como Verdade, vamos tratá-lo como religião e aí vai ser cansativo, pois é como se existisse uma pessoa nos controlando”.

Quando a pessoa não vive pela Verdade e não tem o intuito de agradar a Deus, o foco dela passa a ser agradar quem está à sua volta. Desse modo, ela sente necessidade de provar, argumentar e justificar seus atos para os outros. Muitas mulheres que se dizem cristãs, por exemplo, têm o costume de divulgar suas ações supostamente baseadas na fé. Na vida pública, elas tomam as orientações recebidas na Igreja como religião e fazem tudo por obrigação e não pelo desejo sincero de agradar a Deus. Com isso, elas buscam aplausos e aprovação dos outros, mas não se aprofundam na fé e na comunhão com Deus: “a mulher se torna escrava e quer sempre agradar às pessoas e se esquece de Deus. A religião é para os outros verem e ela sempre age com aquela preocupação: ‘o que será que vão pensar de mim se eu não fizer isso? ’”, acrescenta Cristiane.

Muitas mulheres que estão na Igreja vivem na religiosidade por anos e não se atentam para o perigo que isso traz para a Salvação delas. “Vemos muitos casos de pessoas que estavam na igreja há anos, sempre presentes, e quando elas vacilam na fé nós não entendemos o porquê, mas, na verdade, tudo que elas viviam era religião, sem se preocuparem com sua consciência diante de Deus, desde que ninguém visse ou as questionasse”, exemplifica.

A verdadeira fé que agrada a Deus, porém, é vivida de forma sincera, sem a preocupação de dar satisfação a ninguém. “Quem vive a Obra de Deus de verdade não foca no que os outros vão pensar. Eu não falo mal ou não faço coisas ruins por conta de Deus. Quando obedeço a uma direção, eu a obedeço por conta de Deus e não dos homens. Essa fé é algo entre você e Deus. Não é necessário alguém lhe falar algo e a instruir, porque o Espírito Santo é o suficiente”, conclui Cristiane.

fonte https://www.universal.org/noticias/post/e-melhor-viver-pela-religiao-ou-pela-verdade/

 


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